Quero
escrever a direito em folhas de papel sem linhas, e observar as
estrelas em dias de apagão. Mudar-me para o terceiro mundo e viver sem
os luxos da metrópole. Andar de bicicleta nos fins de tarde soalheiros e
ouvir Frank Sinatra nas noites em que me sinto teatral. Beber vinho da
garrafa, e comer queijo sem tira-lhe a casca.
Quero dar-te mil beijos e sentir em todos eles a frescura do primeiro.
Quero falar horas a fio sobre as frivolidades práticas da vida, e discutir política de uma forma descomprometida. Como só os observadores o fazem.
Quero dar-te mil beijos e sentir em todos eles a frescura do primeiro.
Quero falar horas a fio sobre as frivolidades práticas da vida, e discutir política de uma forma descomprometida. Como só os observadores o fazem.
Quero sentir borboletas no estômago - não! Andorinhas – de cada vez que te vejo chegar.
Quero cumprimentar a senhora da mercearia, o padeiro e o farmacêutico daquela maneira que permite o fiado. Quero ter um cão chamado Bruno, para ensiná-lo a ladrar aos inoportunos. Quero ter uma moeda da sorte e um carro velho com leitor de cassetes.
Quero ler todos os livros da minha lista e escolher as melhores passagens para partilhá-las contigo.
Quero ter um tabuleiro com pés para tomar os pequenos-almoços de domingo na cama. Quero partilhar esse tabuleiro contigo.
Quero cumprimentar a senhora da mercearia, o padeiro e o farmacêutico daquela maneira que permite o fiado. Quero ter um cão chamado Bruno, para ensiná-lo a ladrar aos inoportunos. Quero ter uma moeda da sorte e um carro velho com leitor de cassetes.
Quero ler todos os livros da minha lista e escolher as melhores passagens para partilhá-las contigo.
Quero ter um tabuleiro com pés para tomar os pequenos-almoços de domingo na cama. Quero partilhar esse tabuleiro contigo.
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